
Era uma vez tudo verdim
Apesar da ausência de chuvas na região, as crianças da etnia Pankararé narram um sertão todo verde onde o ser humano não está no centro do universo e não é maior ou melhor que os pés de Jatobá, animais, terra, água, sois ou chuvas.
Manifestação contra a municipalização da saúde indígena
Povo Fulni-ô bloqueando a BR 243, em Águas Belas, PE, em manifestação contra a proposta de municipalização da saúde indígena por parte do governo federal, no dia 27 de março de 2019.
O som dos pés
A produção narra o cotidiano de Keno, indígena do povo Fulni-ô, agricultor, extrai das plantas medicinais os remédios para sua própria cura. O filme faz um paralelo entre a agricultura orgânica, a relação com a terra e a visão indígena sobre isolamento social dentro da comunidade.
Guerreiros
Jovens guerreiros Kapinawás refletem sobre o local que abrigou os seus antepassados e pensam noss seus futuros como guerreiros
História e modos de caçar Xakriabá
Este filme é parte do TCC “AS HISTÓRIAS DOS CAÇADORES E DAS CAÇAS -Uma forma de compreender a cosmologia Xakriabá” – com o objetivo de analisar e investigar por meio das histórias de caçadores como se dá a relação com o meio em que vivem, o mato, os bichos, as plantas, e os encantos.
Guardiães de um tesouro linguístico
Este filme foi realizado a partir da pesquisa de mestrado de Elvis Ferreira de Sá em documentação linguística, pela Universidade Federal de Alagoas, concluído em 2017
Ethxô Nandudya
Desde o surgimento do coronavírus o povo Fulni-ô vem acompanhando as notificações dadas principalmente pelo jornal televisivo e pela internet. Acreditava-se que seria impossível o vírus chegar no Brasil, mas chegou.
Saúde da terra
O documentário trata da visão das indígenas pataxó hã-hã-hãe sobre os impactos da pandemia de covid-19 em sua comunidade, e os reflexos sobre sua forma de vida, assim como em sua relação com a terra.
Terra Nua
Terra Nua faz um recorte com olhar crítico sobre a produção agrícola cultural indígena, trazendo um paralelo das práticas culturais ancestrais e de como novas práticas coloniais vem interferindo na manutenção natural do curso das culturas, principalmente na alimentação.
É tempo de parar
Vivemos em tempos difíceis. Cada vez mais o homem só pensa em si mesmo, há tempos ignorou e destrói a natureza sagrada, nós povos indígenas pensamos diferente. A natureza é parte integrante de nosso corpo e de nossa alma, respeitamos e entendemos como ela se comporta. Hoje sua fúria é exemplo pra fugirmos da idiotice, onde pensamos ser o centro de tudo e de todos. Nós do Coletivo Fulni-ô de Cinema trabalhamos com o audiovisual independente, e o nosso papel é construir uma sociedade que entenda e respeite o outro da forma que ele é.
Violência da Musica
Indígenas opinam sobre as músicas que referenciam a mulher com um forte apelo sexual
A HISTÓRIA SE REPETE: Povos Indígenas e Covid 19
Depoimentos de representantes indígenas da Bahia (povos Tupinambá, Pataxó HãHãHãi, Pataxó, Tumbalalá e Tuxá); do Ceará (Anacé) e de Minas Gerais (Xakriabá) sobre a situação das suas aldeias no contexto da pandemia do COVID-19.
Vídeo manifesto contra o Marco Temporal
Desenhamos nosso rosto com história de luta e resistência. Os nossos direitos não está sendo respeitado a nível do Brasil. Não existe essa ficção jurídica “marco temporal”, a história indígena começa muito antes de 1988. O marco temporal é injusto e falseia a realidade.