
Yoonahle: a palavra dos Fulni-ô
Face à proximidade com a cidade e ao assédio do homem “branco” , os Fulni-ô apresentam a sua forma de viver em dois mundos, resistindo na manutenção da língua, da cultura e de seus segredos ancestrais.
Era uma vez tudo verdim
Apesar da ausência de chuvas na região, as crianças da etnia Pankararé narram um sertão todo verde onde o ser humano não está no centro do universo e não é maior ou melhor que os pés de Jatobá, animais, terra, água, sois ou chuvas.
Guerreros Tinguí Botó
Índios da Aldeia Tingui Botó de Feira Grande/AL filmam pela primeira vez em defesa de sua identidade e do reconhecimento dos seus direitos e sua cultura.
Xakriabá – Reconstrução do Mundo
Enquanto a natureza é destruída, a Onça protetora (Xakriabá) tenta proteger o que ainda resta, espulsando a “ideia de desenvolvimento á qualquer custo”… Tentando reconstruir um novo mundo.
Atikum Não é Fantasia
Um homem vai até uma comunidade Atikum em busca de acessórios para fantasias de carnaval.
Farinhada Pankará
O processo de produção da “Farinhada” do povo Pankará, desde a colheita da matéria-prima ao consumo da aldeia.
É tempo de parar
Vivemos em tempos difíceis. Cada vez mais o homem só pensa em si mesmo, há tempos ignorou e destrói a natureza sagrada, nós povos indígenas pensamos diferente. A natureza é parte integrante de nosso corpo e de nossa alma, respeitamos e entendemos como ela se comporta. Hoje sua fúria é exemplo pra fugirmos da idiotice, onde pensamos ser o centro de tudo e de todos. Nós do Coletivo Fulni-ô de Cinema trabalhamos com o audiovisual independente, e o nosso papel é construir uma sociedade que entenda e respeite o outro da forma que ele é.
Agricultura Xukuru do Ororubá
A agricultura Xukuru se propõe a integrar sustentabilidade e produtividade. Pensamos que o manejo consciente e sustentável da terra é o único caminho para alcançarmos uma produção eficiente e que garanta um futuro equilibrado para a natureza e as novas gerações. Assim a nossa cosmovisão, busca garantir o uso responsável, dos recursos naturais., o respeito ao meio ambiente e as pessoas.
Truka VIOLÊNCIA E GENOCÍDIO INDÍGENA
Autoridades não dão conta da violência e do genocídio que se cometem contra nações indígenas por conta de uma terra que é dos índios por natureza.Grandes empresários agrícolas dizimam aldeias inteiras para se apropriar das terras e reservas indígenas. As atuais leis são brandas demais e a repressão, assim como a fiscalização é pequena demais diante de tantos abusos e injustiças que se cometem contra os indios Brasileiros.
Guerreiros
Jovens guerreiros Kapinawás refletem sobre o local que abrigou os seus antepassados e pensam noss seus futuros como guerreiros
Owa Yatxitxo dos Fulni-o
Curta produzido como forma de incentivar a valorização da língua materna Yaathe, esse filme traz historias do cotidiano contemporâneo vivenciado na comunidade Indígena Fulni-ô.
TRAILER – Nuhu yãgmu yõg hãm: essa terra é nossa!
Antes os brancos não existiam e nós vivíamos caçando com os nossos espíritos yãmĩyxop. Mas os brancos vieram, derrubaram as matas, secaram os rios e espantaram os bichos para longe. Mas os nossos yãmĩyxop são muito fortes e nos ensinaram as histórias e os cantos dos antigos que andaram por aqui.
Fôlego Vivo
Uma comunidade indígena do povo kariri, situada na Chapada do Araripe (zona rural do Crato/CE), reflete acerca da água: o mito indígena de recriação do mundo junto com as águas contra o mito desenvolvimentista capitalista de controle das águas e das corpas humanas e não-humanas que habitam o Rio São Francisco (Opará).
Konãgxeka – O Dilúvio Maxakali
Konãgxeka na língua indígena maxakali quer dizer “água grande”. Trata-se da versão maxakali da história do dilúvio. Como um castigo, por causa do egoísmo e da ganância dos homens, os espíritos yãmîy enviam a “grande água”.
“Tempo do quietai”: recomendações de dona Maria da Glória de Jesus contra COVID-19
Dona Maria da Glória de Jesus dá algumas recomendações para se prevenir contra o COVID-19 e compartilha o ensinamento do Caboclo Juremeira.
Voz das Mulheres Indígenas
Documentário realizado no âmbito do projeto “Voz das Mulheres Indígenas” da ONU Mulheres, com depoimentos de mulheres indígenas da Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Alagoas.
Mário de Andrade e Os Primeiros Filmes Etnográficos
O vídeo “Mário de Andrade e os Primeiros Filmes Etnográficos” traz imagens da “Missão de Pesquisas Folclóricas”, organizada pelo escritor, em 1938, durante sua gestão no Departamento de Cultura de
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